Reunião dos novos membros do CRAPUFPR acontecerá no dia 01/09/2011, quinta-feira, às 17:30 horas, no auditório da APUFPR-SSind, Sala Carlos Peraro Filho, com a seguinte pauta:
1. informes;
2. conjuntura política local e nacional;
3. cronograma CRAPUFPR;
4. Outros assuntos.
Se algum docente tiver demandas ou informes, podem enviar e-mail ou conversar pessoalmente com as representantes do CRAPUFPR, Profª Dione e Profª Márcia Marzagão.
E-mail Dione: dionetinti@ufpr.br
E-mail Márcia: marzagaomarcia@gmail.com
O GDOC (Grupo Docente da UFPR Litoral), foi criado em 25/05/2011, com o objetivo de discutir assuntos relacionados à ação docente na UFPR Litoral.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Reunião GDOC 24/08/2011
Amanhã, dia 24 de agosto, não haverá o encontro do GDOC que ocorre todas as quarta-feiras, porque haverá uma reunião das três categorias, estudantes, docentes e funcionários para dialogarem sobre a greve da UFPR, às 14 horas, provavelmente na sala do Conselho.
CARTA ABERTA À SOCIEDADE
| A Universidade pública brasileira está em um momento crucial. Se por um lado vive uma grande expansão com abertura de novas vagas, por outro, não tem condições necessárias para fazê-lo com qualidade. Se a Universidade já sofria com a falta de recursos, infraestrutura, professores e técnicos, o acréscimo do número de alunos em sala de aula agravou esse quadro na UFPR. Além da sobrecarga de trabalho em sala de aula, os professores estão inseridos em uma lógica produtivista do desenvolvimento da pesquisa. Nos novos cursos as funções gratificadas para os docentes que desenvolvem o trabalho administrativo não foram previstas pelo governo. Essa realidade imposta tem causado o adoecimento constante da categoria. Por outro lado, os docentes do Ensino Superior Federal sofrem uma grande defasagem salarial, sem reposição das perdas que ultrapassam 40%. Uma das reivindicações da categoria é a estruturação da carreira para valorizar todas as atividades acadêmicas desenvolvidas pelos docentes e que incorpore todas as gratificações que hoje correspondem a mais de 70% do salário. Essas gratificações podem ser retiradas da remuneração a qualquer momento, o que gera um clima de instabilidade. Os problemas enfrentados na UFPR devem ser analisados sob dois pontos de vista: da política nacional e da implantação dessa política no plano local. A dificuldade de negociação com o governo federal impôs aos docentes das universidades federais a construção de uma pauta emergencial com o objetivo de fazer avançar as negociações e garantir que algumas das reivindicações sejam contempladas imediatamente. Esta pauta vem articulada com alguns dos sete pontos da pauta geral dos servidores públicos federais que reivindicam uma "política salarial permanente com a reposição inflacionária, a valorização do salário base e a incorporação de todas as gratificações". Os docentes reivindicam: incorporação das gratificações ao vencimento, um piso remuneratório com base no DIESSE, relação entre regimes de trabalho que estabeleça uma proporcionalidade entre níveis e classe sendo que todos estes índices devem integrar a remuneração unificada. Reivindica-se ainda a paridade e integralidade para os aposentados, com o reposicionamento na carreira, para resguardar a posição do docente em relação ao topo da carreira. Na UFPR, os professores também aprovaram a construção de uma pauta local emergencial que deverá nortear as negociações com a Administração da Universidade. A pauta visa estabelecer pontos mínimos que devem ser cumpridos pela UFPR a fim de minimizar a falta de estrutura e a crescente precarização do trabalho dos docentes da universidade. A comunidade universitária sofre hoje com uma crescente ausência de investimento público nas universidades federais e também pela implementação de programas como o REUNI. Os docentes têm desempenhado seus compromissos nesses programas, mas o governo federal não tem cumprido com a contrapartida necessária em infraestrutura e recursos humanos. Mas existem problemas que compõem a pauta local que podem ser resolvidas pela Administração da UFPR. Dentre os pontos locais estão a implantação de progressão automática na carreira, estabelecimento de limite máximo de alunos por sala de aula, diminuição do limite máximo de horas-aula, limitação de abertura de novas vagas caso não sejam cumpridos os critérios estabelecidos e garantia para mudança de regime de trabalho dos docentes. Por todas estas razões conclamamos a comunidade a unir-se na luta pela universidade pública, gratuita, laica, de qualidade e socialmente referenciada. Saudações universitárias, Comando Local de Greve – Professores UFPR |
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA dia 04 de agosto de 2011
Boletim Eletrônico APUFPR-SSind n° 294 - 1º de agosto de 2011
Assembléia no dia 04 de agosto - debate construção de greve nacional dos docentes das Federais.
Docente, compareça e dê sua opinião a respeito desse momento crítico que a universidade e a nossa
categoria atravessam.
Na quinta-feira dia 04 de agosto está marcada a assembleia extraordinária dos professores da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que tem como pauta principal a discussão sobre a construção de uma greve
nacional de docentes para o segundo semestre. O evento acontece no auditório da Administração, no Centro
Politécnico, às 16h30. De acordo com o presidente da APUFPR-SSind, Luis Allan Künzle, a discussão
sobre a greve é necessária frente à intransigência do governo em afirmar que não concederá reajuste salarial aos servidores públicos. “A proposta orçamentária para 2012, que deve ser enviada até 31 de agosto deste ano, não apresenta nenhum reajuste salarial para mais de 90% dos docentes pelo segundo ano consecutivo”, afirma Künzle.
Para a diretoria da Associação dos Professores outros fatores devem ser avaliados para a construção de uma greve, como a desvalorização da carreira dos docentes do ensino superior público, além da sobrecarga e precarização do trabalho na universidade.
O início da discussão de uma possível greve segue a deliberação do Conselho Nacional das Associações Docentes (Conad) do Andes-SN. Até o dia 05 de agosto, todas as universidades federais brasileiras
deverão realizar assembleias locais discutindo e deliberando a respeito da necessidade de construção de uma greve nacional dos docentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes).
O setor das Ifes do Andes-SN se reunirá nos dias 06 e 07 de agosto, em Brasília, para avaliar as deliberações das assembleias de base acerca da necessidade de construção da greve nacional.
A partir dessa avaliação se discutirá a possibilidade de construção do indicativo nacional de greve. A APUFPR acredita que a presença dos docentes é de fundamental importância para o debate. "É imprescindível que os professores dêem sua opinião a respeito desse cenário crítico que a universidade e
a nossa categoria atravessam", afirma o secretário geral da entidade, Rogério Gomes.
AGENDA
Assembleia extraordinária dos Professores da UFPR
Data: 04 de agosto de 2011
Horário: 16h30
Local: Auditório da Administração - Centro Politécnico (atenção: não confundir com o curso de Administração no campus Jardim Botânico).
Pauta:
1) Informes
2) Construção da Greve Nacional dos Docentes
Bar da APUFPR
Data: 04 de agosto de 2011
Horário: 18h30
Atividade: Apresentação de violino e teclado
Assembléia no dia 04 de agosto - debate construção de greve nacional dos docentes das Federais.
Docente, compareça e dê sua opinião a respeito desse momento crítico que a universidade e a nossa
categoria atravessam.
Na quinta-feira dia 04 de agosto está marcada a assembleia extraordinária dos professores da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que tem como pauta principal a discussão sobre a construção de uma greve
nacional de docentes para o segundo semestre. O evento acontece no auditório da Administração, no Centro
Politécnico, às 16h30. De acordo com o presidente da APUFPR-SSind, Luis Allan Künzle, a discussão
sobre a greve é necessária frente à intransigência do governo em afirmar que não concederá reajuste salarial aos servidores públicos. “A proposta orçamentária para 2012, que deve ser enviada até 31 de agosto deste ano, não apresenta nenhum reajuste salarial para mais de 90% dos docentes pelo segundo ano consecutivo”, afirma Künzle.
Para a diretoria da Associação dos Professores outros fatores devem ser avaliados para a construção de uma greve, como a desvalorização da carreira dos docentes do ensino superior público, além da sobrecarga e precarização do trabalho na universidade.
O início da discussão de uma possível greve segue a deliberação do Conselho Nacional das Associações Docentes (Conad) do Andes-SN. Até o dia 05 de agosto, todas as universidades federais brasileiras
deverão realizar assembleias locais discutindo e deliberando a respeito da necessidade de construção de uma greve nacional dos docentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes).
O setor das Ifes do Andes-SN se reunirá nos dias 06 e 07 de agosto, em Brasília, para avaliar as deliberações das assembleias de base acerca da necessidade de construção da greve nacional.
A partir dessa avaliação se discutirá a possibilidade de construção do indicativo nacional de greve. A APUFPR acredita que a presença dos docentes é de fundamental importância para o debate. "É imprescindível que os professores dêem sua opinião a respeito desse cenário crítico que a universidade e
a nossa categoria atravessam", afirma o secretário geral da entidade, Rogério Gomes.
AGENDA
Assembleia extraordinária dos Professores da UFPR
Data: 04 de agosto de 2011
Horário: 16h30
Local: Auditório da Administração - Centro Politécnico (atenção: não confundir com o curso de Administração no campus Jardim Botânico).
Pauta:
1) Informes
2) Construção da Greve Nacional dos Docentes
Bar da APUFPR
Data: 04 de agosto de 2011
Horário: 18h30
Atividade: Apresentação de violino e teclado
quarta-feira, 27 de julho de 2011
56ª CONAD - propõe Indicativo de Greve para docentes!
A 56º edição do Conselho Nacional das Associações Docentes (Conad) do Andes-SN terminou no último dia 17 de julho e os representantes das 54 seções sindicais presentes ao evento retornaram aos seus estados com muitas tarefas a serem encaminhadas.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
APUFPR ALERTA: DOCENTES NÃO PODEM SER OBRIGADOS A REALIZAR MATRÍCULAS. E VOCÊ? QUAL SUA POSIÇÃO?
A Reitoria pressiona professores a assumirem a realização manual de matrículas. A diretoria da APUFPR-SSind vem por meio deste esclarecer o conjunto dos docentes da UFPR a respeito de uma prática ilegal e politicamente condenável que vem sendo produzida pela administração da Universidade.
É sabido que com a greve nacional dos servidores técnico-administrativos, grande parte das atividades da Universidade está prejudicada. Houve dificuldade para lançamento das notas de fim de semestre e agora são as matrículas que não estão acontecendo pelo sistema eletrônico.
A Vice-Reitoria da UFPR, juntamente com a Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) e parte dos Coordenadores de Curso, vem fazendo um movimento de pressão sobre os docentes para que estes realizem as matrículas dos alunos de forma manual.
A APUFPR-SSind repudia tal atitude, por entender que ela expressa um movimento de interferência sobre a autonomia da categoria em greve e suas legítimas formas de reivindicação.
Em assembléia realizada em 29 de junho os professores da UFPR, além de se solidarizarem à greve dos técnico-administrativos, deliberaram pela necessidade de avaliação, no início de agosto, do indicativo nacional de construção da greve dos docentes das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES).
Tal deliberação encontra-se em sinergia com a tendência nacional de possível construção de greve unificada dos Servidores Públicos Federais em razão da manifestação do governo federal de que, além de não haver reajuste em 2011, não há previsão de reajuste também para 012. Qualquer reajuste salarial para o próximo ano deve estar previsto no orçamento da União para 2012, que deve ser votado até 31 de agosto de 2011. O fato é que o governo federal, através do Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), tem recusado permanentemente nas reuniões com os Servidores a inclusão de cláusula de reajuste salarial no orçamento para o próximo ano. Esse é um dos motivos que fez com que os técnico-administrativos entrassem em greve nacional e fez com que os docentes das IFES, assim como outros setores do Serviço Público Federal, passassem a cogitar a necessidade de greve.
Além do caráter politicamente condenável dessa atitude da administração da UFPR, ressaltamos também a ilegalidade de tal prática, visto que pressionar os docentes para realizarem as matrículas corresponde a Desvio de Função do trabalho docente.
Tal atitude causa indignação também porque uma das principais queixas atuais dos docentes tem sido a sobrecarga de atividades administrativas assumidas em razão da falta de reposição do quadro de técnicos nas IFES.
Ademais, essa prática pode gerar precedentes perigosos no interior da Universidade. Será que sempre que faltarem servidores, ou quando os mesmos construírem movimentos legítimos de paralisação do trabalho, nós, docentes, seremos chamados a assumirmos suas funções?
Assumirmos trabalhos de secretaria, laboratórios, bibliotecas...
Consideraríamos legítimo que, quando estivéssemos em greve de docentes, os servidores técnico-administrativos assumissem nossas aulas?
A diretoria da APUFPR-SSind, desse modo, além de se
manifestar contrária a tal prática e conclamar aos docentes que não a endossem, acionará os mecanismos cabíveis a fim de responsabilizar a administração da UFPR, em qualquer de suas instâncias, por tal ilegalidade.
Diretoria da APUFPR-SSind
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Posse dos eleitos do CRAPUFPR 2011-2013 será dia 03 de agosto!
No dia 03 de agosto haverá a posse dos novos conselheiros do CRAPUFPR para a gestão 2011-2013. Durante a reunião que será realizada na sede da entidade a partir das 18 horas, os novos conselheiros também elegerão a mesa diretora do CRAPUFPR, composta por um presidente e um secretário que conduzirão os trabalhos ao longo dos próximos dois anos. As eleitas do setor Litoral são as professoras Dione Lorena Tinti e Márcia Marzagão.
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